quinta-feira, 14 de junho de 2007

Falam, falam...

Primeiro montaram as tropas frente à Ota porque não fazia sentido. Pediram para o Governo estudar outras hipóteses. Agora que o Marocas cedeu já estão todos a dizer que há aqui interesses que encomendaram o estudo à CIP para fazer um arranjinho em Alcochete.

Minhas senhoras e meus senhores,

A política já está por demais descredibilizada. Esta coisa de estar sempre do contra não ajuda. É evidente, até para um Mongol, que por trás de todas as alternativas vai haver interesses. A mim chateia-me que o aeroporto vá para Alcochete, gosto demasiado daquela zona.
Ninguém fazia sequer ideia onde ficava a Ota até se começar esta discussão. Parece-me, acima de tudo, que isto não é senão mais uma daquelas manias da opinião pública e publicada em ter de dizer mais alguma coisa.

Não percebo nada de aeroportos, nem de terrenos!
Não vou fazer mais comentários acerca disto!
O Governo tem dois projectos na mão. Vou confiar na sua escolha. Ganhou com maioria absoluta por algum motivo! Ou vamos agora duvidar do nosso sistema democrático? E se vamos que outra alternativa vêem?

Vou estudar, porra!

3 comentários:

GRaNel disse...

O teu raciocinio esbarra quando dizes que deve ser o Governo a escolher. A construção de um novo aeroporto é de competência puramente técnica, não politica.

Marta Araújo disse...

Eu estou do lado dos gajos da Quercus...que é o mesmo que dizer que que acho que o novo aeroporto devia ficar...precisamente...em lugar nenhum lol Sou contra a sua construção.

Mas uma vez que é certo que ele será construído, seja ele onde for, espero, embora com os dois pés atrás, bom senso por parte do Governo. Isto porque parto do princípio (embora com algumas dúvidas) que os estudos especialiazados, a que os senhores do Governo têm acesso, são fiáveis. Diga-se, de resto, que não há outra alternativa.

Quanto à pasta da opinião pública e publicada de que falas...para esse peditório já dei e não vou estar sempre a dizer a mesma coisa.

jorge c. disse...

Meu caro amigo, a tua crítica esbarra nas atribuições ministeriais.