Quinta-feira, Abril 24, 2008
A minha revolução
You say you'll change the constitution
Well, you know
We all want to change your head
You tell me it's the institution
Well, you know
You better free you mind instead
But if you go carrying pictures of chairman Mao
You ain't going to make it with anyone anyhow
Etiquetas: efemérides, música, paixoes, politica
jorge c. 17:28
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Sábado, Abril 05, 2008
Estes bretões são loucos
Os E.U.A. habituou-nos a notícias absolutamente ridículas em relação a actos praticados pela sua administração ou pelos seus cidadãos, como por exemplo o condenado à morte que se tentou suicidar e foi reanimado para poder ser executado de acordo com a lei ou então o cidadão que requeriu o divórcio porque se tinha casado com uma mulher de 20 anos que pesava 50kg e não esperava que ela fosse pesar 100kg aos 40.
Todos sabemos que os E.U.A foram colonizados pelos ingleses e estes agora estão empenhados a que ninguém se esqueça disso. Depois das cameras de vigilância, introduziram o audio nestas para gravar as conversas e para poderem comunicar com os cidadãos mal educados: "You are saying nasty words" ou "You cannot piss in the corner".
Mas isto não basta para zelar pela ordem pública, há que ir mais longe e lá veio mais uma barbaridade, a questão 22.
Todos sabemos que os E.U.A foram colonizados pelos ingleses e estes agora estão empenhados a que ninguém se esqueça disso. Depois das cameras de vigilância, introduziram o audio nestas para gravar as conversas e para poderem comunicar com os cidadãos mal educados: "You are saying nasty words" ou "You cannot piss in the corner".
Mas isto não basta para zelar pela ordem pública, há que ir mais longe e lá veio mais uma barbaridade, a questão 22.
Rui Spranger 18:56
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14 anos
Etiquetas: efemérides, música
jorge c. 14:19
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Segunda-feira, Março 31, 2008
O que é Nacional é bom...
Isto é que é ter orgulho na terra onde se vive...e o que é Nacional é mesmo bom...
Etiquetas: Paixões
Cláudia N. 23:12
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Domingo, Março 30, 2008
Póquer
Rui Spranger, ao ler esta noticia lembrei-me de ti... e dos apaixonados pelas noitadas de Póquer...
Cláudia N. 22:05
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Sexta-feira, Março 28, 2008
Circunvalação à Noite - Ciclo Nova Música Tradicional
Rui Spranger 19:22
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País Evoluído ;-)
Cláudia N. 10:10
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Quinta-feira, Março 27, 2008
ANIVERSÁRIO PRIMAVERA
Os passarinhos a nascer, as flores a iluminarem-nos com as suas cores brilhantes, e no sábado dia 29 de Março, pelas 23h00 na cave mais conhecida do Porto, Pinguim Café, uma festa de aniversário da menina reporteira, Marta Araújo.
O tema da festa é a Primavera (nada de Flower Power, não haja enganos não queremos misturas com pseudo hippies (excepto o Vitor)).
Nesta noite tão especial haverá a "actuação" de duas presenças muito animadas:
-O Sr. Jorge com a sua inseparável guitarra;
-e o suspeito do costume é o DJ de serviço.
Todos os Pinguins e afins estão convidados a aparecer, pois será uma grande animação durante toda a noite e a menina Marta agradece.
(eu estarei lá para chatear o Jorge...obviamente).
Etiquetas: Eventos
Cláudia N. 22:56
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Quarta-feira, Março 26, 2008
Férias na Galiza
Aproveitando uns dias de folga, houve que dar asas a uma das minhas paixões, também partilhada por outros membros do Clube e pela Lisa - Viajar !
De início tinhamos previsto ir para os Picos da Europa, mas dadas as previsões climatéricas, optámos por uma volta pela Galiza.
Na quarta-feira de manhã dirigimo-nos a Vila Nova de Cerveira, onde subimos ao “veado”, para mostrar à Lisa uma das minhas paisagens preferidas e um dos meus locais de eleição do meu Portugal. Apesar do vento cortante, lá fizemos uma pequena caminhada.
Atravessámos depois a ponte e dirigimo-nos a A Guarda, vila piscatória que tanto me agrada e de onde tenho algumas memórias engraçadas. Depois, foi seguir pela costa até Baiona, onde acabámos por almoçar, comendo uma belissíma parrilhada de peixe e marisco. Havia que fazer a Lisa provar as Navajas, um dos mariscos que eu mais aprecio e que passou também a ser um dos preferidos dela. Uma pequena caminhada depois de almoço para fazer a digestão e reabastecer-nos de tabaco para as férias.
Aproveitando o Sol, a costa continuou a ser o trajecto (com algumas paragens) até Vigo, cidade que apenas atravessámos, apanhando em seguida a auto-estrada até Pontevedra. Aqui, desviámos novamente para a costa, pois eu queria conhecer Sanxenxo e o Grove, mas a vila que mais nos encantou foi Cambados. Por aqui fomos parando algumas vezes e por fim, chegámos a Padron, onde pensávamos comer uns pimentinhos, mas apesar de serem as festa da cidade, de haver imenso movimento e barulho, não havia pimentos por estarmos fora da época (aqui perguntei-me de onde veem os pimentos do Pingo Doce, que eu tanto tenho cozinhado). Acabámos por beber uma cerveja e um chá (a Lisa é que conduzia) e dirigimo-nos directamente para Santiago, onde tinhamos o Krzysztof (um Couchsurfer) à nossa espera para nos dar alojamento por dois dias. O Krzysztof é polaco e é estudante de Medicina e encontra-se em Erasmus em Santiago e, apesar de estar a receber a primeira visita da mãe, aceitou em hospedar-nos. Também ele um viajante (já percorreu a américa latina toda), é membro há já alguns anos do Hospitality Club e inscreveu-se no Couchsurfing dois dias antes da nossa chegada e tivemos a honra de sermos os primeiros “guests” dele através do CS.
Além de toda a simpatia, de um quarto só para nós, ainda jantámos juntos a sopa que tinham preparado e café e chá. Propusemos imediatamente acompanharem-nos no dia seguinte a Fisterra, proposta que aceitaram, e no dia seguinte de manhã, partimos os 4 para Noya, vila onde apanhámos a estrada da costa até ao Cabo. A viagem prosseguiu em ritmo lento, com muitas paragens naquelas fantásticas praias e passeios pelos seus areais e piqueniques à beira mar. Ao fim de algumas horas lá chegámos ao Cabo Fisterra que estava repleto de turistas e alguns peregrinos, que cumprindo a tradição, queimavam as camisas utilizadas no Caminho de Santiago. Depois de uma hora passada a contemplar o mar, regressámos da forma mais directa possível a Santiago (cento e tal kms por estradas secundárias) e, apesar do cansaço eu e a Lisa ainda fomos dar uma volta pela cidade tentando aproveitar a pouca luz que ainda havia. Como seria de esperar esta estava entupida com turistas e tornava-se difícil circular em algumas das ruas, mas lá entrámos na Catedral e demos a nossa volta acabando a comer umas tapas no único tasco só ocupado por populares, estando nós ali no meio a estragar a paisagem humana natural.
Regressámos a casa para dormir uma sesta nocturna e, já tarde, saímos com o Krzysztof para beber umas cervejas. Fomos naturalmente ao “Avante” o “bar-manifesto de esquerda independentista galega” onde bebemos uma cerveja e a seguir fomos a um bar punk, levados pelo Krzysztof, onde depois de uma quantidade razoável de “cañas” compradas ao litro e dividídas entre nós, acabámos a jogar matraquilhos com um grupo de galegos que nos deram umas valente coça naqueles matrecos estranhos em que os jogadores têm as pernas abertas e estão divididos num 4x4x3 muito estranho para quem está habituado às mesas portuguesas. Mas fomos simpáticos e não nos queixámos do estado do relvado.
Como já era mais que tarde, fomos para casa onde terminámos a noite a beber vodka polaco com sumo de maçã e às 06h achámos que o melhor seria ir dormir.
Acordámos por volta do meio-dia convenientemente ressacados, mas apesar disso, juntámos as trouxas, despedimo-nos e fomos para a Coruña.
Graças a um CS que não nos pôde alojar, mas que nos deu uma indicação preciosa de um hostal, lá acabámos por arranjar um alojamento por 24€ (sem casa de banho), o que não nos pareceu nada mau. Depois de marcado o quarto, fomos logo dar uma volta. Eu queria mostrar à Lisa o Rosalia de Castro, teatro onde representei há uns anos e um dos mais bonitos por onde passei. Por sorte, quando estávamos à porta vimos gente a correr diringindo-se à bilheteira e olhando para os cartazes, apercebemo-nos que estava um espectáculo a começar naquele momento e mesmo sem saber exactamente de que se tratava, comprámos bilhetes e fomos vêr.
Depois fomos comer umas tapas (jantar) e telefonei ao Gonzalo, amigo que foi erasmus aqui no Porto quando eu, o Vieira e o Raul estivémos à frente do Pinguim.
Depois da janta, onde fomos absolutamente roubádos nos preços, fomos descansar para o Hostal e mais tarde encontrámo-nos com o Gonzalo que foi um verdadeiro guia nocturno e lá tivemos mais uma noite a acabar às 06h da manhã.
Ainda não sabíamos se iríamos ficar naquela magnifica cidade ou se seguiríamos viagem, dado que se anunciava chuva, neve, vento e muito frio para o dia seguinte em todo o norte espanhol, galego e basco.
O dia amanheceu muito tarde, ressacado, mas não muito chuvoso e até com alguns momentos com um belo sol. Decidimos então seguir viagem em direcção a Lugo, cidade rodeada por uma impressionante muralha romana.
As informações afinal estavam correctas e tivemos momentos em que estivemos quase a parar o carro dada a intensidade da chuva e do vento, mas acabámos por chegar a Lugo.
Aqui encontrámo-nos com a Cris, outra erasmus do tempo do Gonzalo e amiga deste e minha, e fomos comer mais umas tapas e abrigar-nos da chuva que começava calmamente a transformar-se em neve.
Mais uma vez e, apesar de termos encontrado o carro coberto de gelo, decidimos rumar a Ourense e atravessámos um forte nevão na viagem que foi desaparecendo à medida que avançávamos em direcção a sul.
Chegámos a Ourense já de noite e depois de estacionado o carro não muito longe do centro, demos umas voltas à procura de um hostel e acabámos por encontrar um bem simpático pela módica quantia de 27€ com casa de banho privativa, aquecimento, televisão e bons metros quadrados.
Ourense é realmente muito bonita também e depois de um grande passeio no centro histórico, fomos jantar (tapas) e a seguir directos para o hostel onde vimos o The Matrix em galego e começámos a vêr um filme egipcio chamado “Taxi” que estáva a ser muito interessante, mas o cansaço venceu-nos e acabámos por adormecer.
Acordámos cedo no Domingo, arrumámos as trouxas e dirigimo-nos a Chaves, onde parámos para darmos uma volta por essa bela cidade portuguesa que eu desconhecia e comemos naturalmente um dos famosos pasteis, que realmente são muito melhores lá.
Seguimos em direcção a Braga pela estrada nacional que ladea o Gerês e, escusado será dizer que foi mais um trajecto fantástico, como todos os que fizemos. Em Braga, apanhámos a auto-estrada pois já só pensávamos em chagar ao lar doce lar e descansar... até à próxima viagem!
De início tinhamos previsto ir para os Picos da Europa, mas dadas as previsões climatéricas, optámos por uma volta pela Galiza.
Na quarta-feira de manhã dirigimo-nos a Vila Nova de Cerveira, onde subimos ao “veado”, para mostrar à Lisa uma das minhas paisagens preferidas e um dos meus locais de eleição do meu Portugal. Apesar do vento cortante, lá fizemos uma pequena caminhada.
Atravessámos depois a ponte e dirigimo-nos a A Guarda, vila piscatória que tanto me agrada e de onde tenho algumas memórias engraçadas. Depois, foi seguir pela costa até Baiona, onde acabámos por almoçar, comendo uma belissíma parrilhada de peixe e marisco. Havia que fazer a Lisa provar as Navajas, um dos mariscos que eu mais aprecio e que passou também a ser um dos preferidos dela. Uma pequena caminhada depois de almoço para fazer a digestão e reabastecer-nos de tabaco para as férias.
Aproveitando o Sol, a costa continuou a ser o trajecto (com algumas paragens) até Vigo, cidade que apenas atravessámos, apanhando em seguida a auto-estrada até Pontevedra. Aqui, desviámos novamente para a costa, pois eu queria conhecer Sanxenxo e o Grove, mas a vila que mais nos encantou foi Cambados. Por aqui fomos parando algumas vezes e por fim, chegámos a Padron, onde pensávamos comer uns pimentinhos, mas apesar de serem as festa da cidade, de haver imenso movimento e barulho, não havia pimentos por estarmos fora da época (aqui perguntei-me de onde veem os pimentos do Pingo Doce, que eu tanto tenho cozinhado). Acabámos por beber uma cerveja e um chá (a Lisa é que conduzia) e dirigimo-nos directamente para Santiago, onde tinhamos o Krzysztof (um Couchsurfer) à nossa espera para nos dar alojamento por dois dias. O Krzysztof é polaco e é estudante de Medicina e encontra-se em Erasmus em Santiago e, apesar de estar a receber a primeira visita da mãe, aceitou em hospedar-nos. Também ele um viajante (já percorreu a américa latina toda), é membro há já alguns anos do Hospitality Club e inscreveu-se no Couchsurfing dois dias antes da nossa chegada e tivemos a honra de sermos os primeiros “guests” dele através do CS.
Além de toda a simpatia, de um quarto só para nós, ainda jantámos juntos a sopa que tinham preparado e café e chá. Propusemos imediatamente acompanharem-nos no dia seguinte a Fisterra, proposta que aceitaram, e no dia seguinte de manhã, partimos os 4 para Noya, vila onde apanhámos a estrada da costa até ao Cabo. A viagem prosseguiu em ritmo lento, com muitas paragens naquelas fantásticas praias e passeios pelos seus areais e piqueniques à beira mar. Ao fim de algumas horas lá chegámos ao Cabo Fisterra que estava repleto de turistas e alguns peregrinos, que cumprindo a tradição, queimavam as camisas utilizadas no Caminho de Santiago. Depois de uma hora passada a contemplar o mar, regressámos da forma mais directa possível a Santiago (cento e tal kms por estradas secundárias) e, apesar do cansaço eu e a Lisa ainda fomos dar uma volta pela cidade tentando aproveitar a pouca luz que ainda havia. Como seria de esperar esta estava entupida com turistas e tornava-se difícil circular em algumas das ruas, mas lá entrámos na Catedral e demos a nossa volta acabando a comer umas tapas no único tasco só ocupado por populares, estando nós ali no meio a estragar a paisagem humana natural.
Regressámos a casa para dormir uma sesta nocturna e, já tarde, saímos com o Krzysztof para beber umas cervejas. Fomos naturalmente ao “Avante” o “bar-manifesto de esquerda independentista galega” onde bebemos uma cerveja e a seguir fomos a um bar punk, levados pelo Krzysztof, onde depois de uma quantidade razoável de “cañas” compradas ao litro e dividídas entre nós, acabámos a jogar matraquilhos com um grupo de galegos que nos deram umas valente coça naqueles matrecos estranhos em que os jogadores têm as pernas abertas e estão divididos num 4x4x3 muito estranho para quem está habituado às mesas portuguesas. Mas fomos simpáticos e não nos queixámos do estado do relvado.
Como já era mais que tarde, fomos para casa onde terminámos a noite a beber vodka polaco com sumo de maçã e às 06h achámos que o melhor seria ir dormir.
Acordámos por volta do meio-dia convenientemente ressacados, mas apesar disso, juntámos as trouxas, despedimo-nos e fomos para a Coruña.
Graças a um CS que não nos pôde alojar, mas que nos deu uma indicação preciosa de um hostal, lá acabámos por arranjar um alojamento por 24€ (sem casa de banho), o que não nos pareceu nada mau. Depois de marcado o quarto, fomos logo dar uma volta. Eu queria mostrar à Lisa o Rosalia de Castro, teatro onde representei há uns anos e um dos mais bonitos por onde passei. Por sorte, quando estávamos à porta vimos gente a correr diringindo-se à bilheteira e olhando para os cartazes, apercebemo-nos que estava um espectáculo a começar naquele momento e mesmo sem saber exactamente de que se tratava, comprámos bilhetes e fomos vêr.
Depois fomos comer umas tapas (jantar) e telefonei ao Gonzalo, amigo que foi erasmus aqui no Porto quando eu, o Vieira e o Raul estivémos à frente do Pinguim.
Depois da janta, onde fomos absolutamente roubádos nos preços, fomos descansar para o Hostal e mais tarde encontrámo-nos com o Gonzalo que foi um verdadeiro guia nocturno e lá tivemos mais uma noite a acabar às 06h da manhã.
Ainda não sabíamos se iríamos ficar naquela magnifica cidade ou se seguiríamos viagem, dado que se anunciava chuva, neve, vento e muito frio para o dia seguinte em todo o norte espanhol, galego e basco.
O dia amanheceu muito tarde, ressacado, mas não muito chuvoso e até com alguns momentos com um belo sol. Decidimos então seguir viagem em direcção a Lugo, cidade rodeada por uma impressionante muralha romana.
As informações afinal estavam correctas e tivemos momentos em que estivemos quase a parar o carro dada a intensidade da chuva e do vento, mas acabámos por chegar a Lugo.
Aqui encontrámo-nos com a Cris, outra erasmus do tempo do Gonzalo e amiga deste e minha, e fomos comer mais umas tapas e abrigar-nos da chuva que começava calmamente a transformar-se em neve.
Mais uma vez e, apesar de termos encontrado o carro coberto de gelo, decidimos rumar a Ourense e atravessámos um forte nevão na viagem que foi desaparecendo à medida que avançávamos em direcção a sul.
Chegámos a Ourense já de noite e depois de estacionado o carro não muito longe do centro, demos umas voltas à procura de um hostel e acabámos por encontrar um bem simpático pela módica quantia de 27€ com casa de banho privativa, aquecimento, televisão e bons metros quadrados.
Ourense é realmente muito bonita também e depois de um grande passeio no centro histórico, fomos jantar (tapas) e a seguir directos para o hostel onde vimos o The Matrix em galego e começámos a vêr um filme egipcio chamado “Taxi” que estáva a ser muito interessante, mas o cansaço venceu-nos e acabámos por adormecer.
Acordámos cedo no Domingo, arrumámos as trouxas e dirigimo-nos a Chaves, onde parámos para darmos uma volta por essa bela cidade portuguesa que eu desconhecia e comemos naturalmente um dos famosos pasteis, que realmente são muito melhores lá.
Seguimos em direcção a Braga pela estrada nacional que ladea o Gerês e, escusado será dizer que foi mais um trajecto fantástico, como todos os que fizemos. Em Braga, apanhámos a auto-estrada pois já só pensávamos em chagar ao lar doce lar e descansar... até à próxima viagem!
Rui Spranger 00:03
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Domingo, Março 23, 2008
Um fado ao Domingo (de Páscoa)
jorge c. 13:28
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Sábado, Março 22, 2008
uma canção rebelde de primavera
jorge c. 17:00
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Sexta-feira, Março 21, 2008
Canção Primaveril
Anda no ar a excitação
de seios súbito exibidos
à torva luz de um alçapão,
por onde os corpos rolarão,
mordidos!
Ou é um deus, ou foi a Morte
quem nos vestiu este torpor;
e a Primavera é um chicote,
abrindo as veias e o decote
ao meu amor!
Esqueço que os dedos têm ossos:
é só sangue esta carícia;
apenas nervos os percoços...
Mas nos teus olhos, nos meus olhos,
a luz da morte brilha.
David Mourão Ferreira
Etiquetas: efemérides, paixoes, poesia
jorge c. 12:44
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Quarta-feira, Março 19, 2008
Etiquetas: paixoes
jorge c. 12:06
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Segunda-feira, Março 17, 2008
Saint Patrick's day
Todos ao Pinguim, hoje, para comemorar o Dia de S. Patrício, o padroeiro da Irlanda.
Traje: indiferente desde que seja verde.
Bebida obrigatória:

Traje: indiferente desde que seja verde.
Bebida obrigatória:

Etiquetas: paixoes
jorge c. 18:27
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Domingo, Março 16, 2008
A definição do fado - um fado ao Domingo
O João Ferreira-Rosa escreveu este fado aos 21 anos, se não estou em erro. Este meu companheiro de fados e blues em Pintéus escreve aqui aquela que é para mim a melhor definição do fado. Com música de Alfredo Duarte (Marceneiro) a letra de Triste Sorte (Fado Cravo*) é arrepiante e dura. Verdadeira para quem a sabe.
João Ferreira-Rosa - Triste Sorte
*um dos muitos fados tradicionais (estrutura)
João Ferreira-Rosa - Triste Sorte
*um dos muitos fados tradicionais (estrutura)
Etiquetas: Um fado ao Domingo
jorge c. 11:56
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Sábado, Março 15, 2008
Só para lembrar...
Rui Vieira 23:34
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Mais uma lei em nome da saúde pública
Nunca fui um grande fã de piercings e de tatuagens mas fazer-se uma lei para os proibir a menores de 18 anos, excepto quando são nos "locais tradicionais" - as orelhas (são benevolentes e até não fazem distinção de sexo para quem queira colocar um brinco), parece-me um exagero. Só me leva a colocar uma questão: "Que filho de deputado pôs uma argola no nariz como os bois?"
Terá sido o filho do deputado que é autor do projecto lei ou de um amigo deste que não quer dar nas vistas?
Mas cuidado senhores deputados, quando o adolescente fizer 18 anos, em vez de colocar a inofensiva argola na sobrancelha, pode aparecer-lhe em casa absolutamente esburacado e provávelmente, não será só na cara! :P
Terá sido o filho do deputado que é autor do projecto lei ou de um amigo deste que não quer dar nas vistas?
Mas cuidado senhores deputados, quando o adolescente fizer 18 anos, em vez de colocar a inofensiva argola na sobrancelha, pode aparecer-lhe em casa absolutamente esburacado e provávelmente, não será só na cara! :P
Rui Spranger 20:13
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Ai, ui, a cultura! II
Usar qualquer forma cultural para se evidenciar é, no mínimo, nojento.
A desvalorização da arte para dar lugar ao showing up é uma prática antiga dos pretensiosos. Mas não se enganem, nós estamos a ver!
É com o valor das palavras que lutamos pelas palavras todas as quintas! A cantiga é uma arma!
A desvalorização da arte para dar lugar ao showing up é uma prática antiga dos pretensiosos. Mas não se enganem, nós estamos a ver!
É com o valor das palavras que lutamos pelas palavras todas as quintas! A cantiga é uma arma!
jorge c. 13:55
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