sexta-feira, 9 de junho de 2006

As tartarugas maritimas não têm sangue frio

Uma aula de biologia marinha pela voz de uma Médica veterinária,uma perspectiva diferente na abordagem dos comportamento animal.Tem outro sabor o mar e outro toque a areia quando sabemos da necessidade da partilha com os nossos amigos e locatários primeiros desses habitats,os homens são capazes do pior mas também do melhor e disso deu provas Helena Hoster,ainda estagiária,ao empreender uma tentativa de devolução ao mar de uma tartaruga em vias de extinção,aliás como todas as espécies deste animal,que só nã foi coroada de êxito porque a mãe natureza determinou o contrário.Ficamos a saber e agora volto ao titulo,que os répteis em geral e as tartarugas em particular não têm sangue frio ,bem pelo contrário,em condições inadequadas de temperatura tendem ao enfraquecimento por perda de apetite e stress.Não são muito diferentes de nós,apenas carregam no dorso uma carapaça mais visível e incontornável.Em conclusão expresso votos sinceros que o exemplo da Helena Hoster faça escola e que as equipas portuguesas de estudo da vida maritima possam ser compostas por elementos de áreas mais diversificadas que a biologia pois o enriquecimento das acções agradece o contributo das outras disciplinas do conhecimento do mundo animal e dos procedimentos correctos à execução da melhoria dos habitats.
P.S.- Foi uma sessão curta mas densa em bom estilo.

8 comentários:

Rui Vieira disse...

O comentário final sobre a sessão aplica-se bem ao post. Com economia de palavras, percebe-se que a Helena tem não somente uma area de estudo, mas acima de tudo uma paixão pelo seu trabalho.
E como isto nos enriquece a todos...

GRaNel disse...

Foi sem duvida uma estreia auspiciosa. A tartaruga é só por si, um bicho simpático. Depois da sessão da Helena tornou-se um bicho apaixonante.
Muito obrigado Helena por mais esta partilha.
Um muito obrigado também ao Vitor pela disponibilidade e celeridade com que escreveu o post.

Não se esqueçam que a próxima sessão é, excepcionalmente, na quarta e será apresentada pelo Rui Vieira.

Hugo Valter Moutinho disse...

Uma sessão simples e super eficaz. Aqui está a prova de que "Less is more", não é preciso complicar muito para apaixonar um grupo de pinguins... Parabéns Helena!

Jorge Carvalho disse...

Como já tenho referido, ficamos sempre chateados por perder uma sessão porque todas elas representam aquilo que é a alma dos Pinguins, ou seja, a paixão de cada um! É de uma importância cabal o conhecimento de cada paixão, pois só assim se consegue compreender toda a comunidade pinguiniana, um a um chegando desta forma ao todo.
Assim, lamento mais uma vez a minha ausência (sem solício mas quase), mas a vida de um burguês irresponsável tem destas coisas!

Muitos parabéns à Helena e as minhas mais sinceras desculpas por não estar presente na sua estreia!
Ao Vitor, é o que se espera sempre, uma crónica de conteído forte que faz perceber bem o que se passou. Muitos parabéns ao clube que em breve dominará o mundo da sua cave!

Rui Spranger disse...

Eu achei a sessão absolutamente extraordinária. Mas também, que podiamos esperar de uma mulher extraordinária?...
Mais uma vez saí muito mais rico de uma sessão dos Pinguins.
Seis espécies de tartarugas marinhas em Portugal?...
Muito obrigado Helena!

O Vitor vê-se que também adorou.
Viram a rapidez com que ele fez a postagem?...
Parabéns!

rodrigues76 disse...

Depois dos pinguins tivemos tartarugas... A nossa carapaça nem sempre é facil de transportar, o Victor provou mais uma vez que se mexe muito bem com a sua. O fascinio que a Helena tem por estes repteis é nosso também desde quinta feira. Para quem não sabia... Elas andam aí...

Quadrado.14 disse...

Para não repetir o que já foi esclarecido, deixo um "Muito Obrigado à Helena" e "boa letras Victor"

Marta Araújo disse...

De facto não há muito mais a dizer sobre a sessão absolutamente fantástica que a Helena levou a cabo. É que para além de ter partilhado a sua paixão e por nos ter como que contagiado com esse sentimento, no que diz respeito ao animal em causa, veio provar que a vida não é feita de palavras, mas sim de actos, quando, e na altura em que era uma «simples» estagiária, fez o que fez com o surpreendente ser que lhe veio ter às mãos. Mais do que os parabéns pela forma e pelo conteúdo da sessão, a Helena merece um grito de PARABÉNS pela pessoa que é, ou seja, pelos actos que desenvolve.