sexta-feira, 5 de outubro de 2007

5 de Outubro na Terra Natal

À Feira de Vila Franca junta-se, este ano, o 75º Aniversário do Grupo de Forcados Amadores local. Tudo isto hoje, no dia 5 de Outubro, quando passam 864 anos do Tratado de Zamora.

8 comentários:

GRaNel disse...

Assinalavel de facto...

maria faia disse...

isso é que é uma paixão?

jorge c. disse...

São de facto duas paixões numa só, minha cara. As festas da minha terra e a tauromaquia, que são uma tradição do meu país.

GRaNel disse...

Vocês sulistas têm a mania de confundir o país com a vossa região...

filinto disse...

Pelos vistos, nos últimos 75 anos, a escolha dos toiros não tem sido grande coisa.

Ainda assim prefiro os tomates destes homens do que os fatos maricas dos conas a cavalo. (e peço desde já desculpa pela linguagem)

jorge c. disse...

O Granel tem compleos. É normal nos fracos.
fil, já disse isto uma vez, não se pode confundir a corrida de touros só com a corrida à portuguesa (a cavalo). Na corrida a pé não há forcados sequer. só um toureiro com um capote e 6 toiros. Mais nada.
Isso sim é arrojado e mortal.

GRaNel disse...

Quer queiras quer não, a tauromaquia não é uma tradição do país. É algo que, felizmente, está só radicado no Centro e Sul.

Tourada a pé. Mortal??? Ui que medo... porreiro era se o toureiro fosse sem espada. Isso sim.

jorge c. disse...

Granel, a ignorância fica-te mal.
Para que saibas a tauromaquia é uma tradição nesta região inteira desde o século VIII, no período visigodo.
A região norte tem uma forte tradição. Entre algumas praças escondidas em Trás-os-Montes contam-se entre algumas de toda a região a da Póvoa do Varzim (uma das maiores do país onde se fazem algumas corridas durante todo o ano), a de Viana do Castelo e a de Ponte de Lima.

A grande diferença entre nós, felizmente, é que eu não agoiro contra às tradições ou as festas populares. Eu não tento fazer com que o país seja aquilo que me apetece que ele seja. É o que faz de ti um tipo provinciano em excesso. Eu não julgo a minha tradição como nacional, mas tu não admites as tradições das outras regiões. Abominas, falas mal e achas-te no direito de condenar uma coisa que simplesmente não compreendes nem tentas.
Gosto principalmente quando levas o discurso para o «ah, eu não tenho nada contra», o que é mentira. És visceralemnte contra, mas como és politicamente correcto acabas tentar disfarçar. Fica-te mal.

Agora faço-te uma pergunta:
A quantas corridas de toiros já assististe?
Como podes comentar uma coisa que desconhces?
Não falo dos espectáculo em si, mas da forma e do desempenho do toureio.
Esta discussão é injusta porque entre os dois só eu sei do que estou a falar.

Reparem que eu não teci qualquer comentário em defesa da Festa Brava. Apenas contrariei os maus exemplos do Granel.
Ele certamente que dirá que eu estou a fugir, mas o meu comentário baseia-se na sua argumentação.