domingo, 3 de fevereiro de 2008

ddd

E a sessão tomou efectivamente, ou quase*, a forma desejada.
Maya instalado e era tempo de falar em 3d. Desde os tempos do paint no velhinho Windows 3.1 que desenhar com o rato tem sido um desafio. Fazíamo-lo para passar o tempo. Para juntar cores. Para algo mais específico. Ou simplesmente porque já estávamos fartos do solitário. Actualmente, os programas são outros e as potencialidades infinitas. Um filme “real” sem humanos está aí ao virar da esquina. Pelo menos, o Águia assim o vaticina. Eu alinho com os cépticos. Gosto da pele com cheiro e da lágrima com sal. A realidade é algo de insubstituível. Mas há quem acredite e trabalhe todos os dias para provar o contrário. Há quem se dedique de alma e coração a criar um curso de água, durante horas, dias, semanas até. Criar um humano também é possível. Leva mais tempo, mais render’s e mais memória. Mas é possível. Um filme inteiro sem sair do estúdio e sem um único actor. Diz quem trabalha em 3d que é mais económico. Felizmente, nós sabemos que o que os faz mover é a paixão…

*sorry Águia

2 comentários:

jorge c. disse...

Porra! Depois fazes outra para explicar.
Ao menos o postador podia explicar o que são os renders e não só. Mas se calhar à uma e tal da manhã de sábado devia estar cheio de trabalho, compreendo.

Otília disse...

Pois carissimo, não que tenha ficado a entender melhor aqueles termos estranhos com que me desarmas nas nossas conversas diárias, mas foi bom ver como se faz...

A titulo de informação, já tenho o boneco para avançarmos com o "nosso" projecto 3D...promete, garanto!

Parabéns ao autor da sessão e ao postador.

Beijinhos